Manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano não deve baratear financiamento imobiliário
Bancos baseiam custos do crédito habitacional na curva de juros futuros e não na taxa básica da economia.
Por Redação
Fonte: InfoMoney
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A decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano nesta quarta-feira (4) praticamente não altera o cenário enfrentado por quem pretende financiar um imóvel. Segundo o portal InfoMoney, isso ocorre porque os aumentos promovidos recentemente por instituições como Bradesco, Itaú e Santander tiveram pouca relação com a taxa básica atual e muito mais com a disparada dos juros futuros após a eleição.
A principal consequência prática da decisão é que ela não deve levar a maioria dos bancos a rever as altas anunciadas nas últimas semanas no curto prazo. A precificação do crédito imobiliário está sendo determinada por uma variável menos conhecida do grande público, mas atualmente mais importante para o setor: a curva de juros futuros, conhecida no mercado como DI.
É justamente essa mudança de referência que ajuda a explicar por que os financiamentos ficaram mais caros ainda na semana passada, mesmo sem uma nova alta da Selic, e por que a reunião do Copom não deve alterar significativamente as perspectivas para o crédito habitacional.
“O financiamento imobiliário reagiu antes de cair a Selic, porque ele é, mais ou menos, um indicador do futuro”, resume Ronal Balena, CEO da MySide e especialista em compra e investimento imobiliário.
Fonte: InfoMoney.
Fonte: InfoMoney . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.


