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Meio Ambiente · Mato Grosso do Sul

Lago principal do Parque das Nações Indígenas volta a sofrer com assoreamento em Campo Grande

Bancos de areia surgem na água, viram abrigo para animais e frequentadores cobram providências do poder público.

Por Redação

Fonte: Campo Grande News

1 min de leitura

Foto: Reprodução / Campo Grande News
Foto: Reprodução / Campo Grande News

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O lago principal do Parque das Nações Indígenas, reconhecido como cartão-postal de Campo Grande, voltou a apresentar evidentes sinais de assoreamento com o surgimento de bancos de areia que agora servem de "praia" para capivaras e aves. A situação foi constatada pela reportagem nesta quarta-feira (4), após relatos de frequentadores que costumam caminhar diariamente pela pista que contorna o corpo d'água.

Segundo o portal Campo Grande News, frequentadores locais atribuem o problema recorrente ao carregamento de sedimentos vindos de áreas urbanas em expansão durante os períodos de chuva. O advogado João Paulo Freitas, que frequenta o espaço com regularidade, relatou que percebeu o acúmulo de terra há mais de um mês e acredita que o material seja carreado das partes mais altas.

Historicamente, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) já investiu ao menos R$ 2 milhões em serviços de desassoreamento realizados nos anos de 2019 e 2024. Além dos bancos de areia, peixes mortos também foram avistados recentemente na região, mas o órgão ambiental ainda não havia respondido aos questionamentos da imprensa até o fechamento desta reportagem.


Fonte: Campo Grande News.

Fonte: Campo Grande News . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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