Fórmula 1 renova contrato e garante GP de São Paulo no circuito de Interlagos até o ano de 2035
Acordo foi anunciado neste sábado e estende a permanência da categoria na capital paulista por mais cinco anos.
Por Redação
Fonte: InfoMoney
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A Fórmula 1 continuará realizando corridas no circuito de Interlagos, em São Paulo, até 2035, após anunciar neste sábado (7) a prorrogação do contrato por mais cinco anos, segundo o portal InfoMoney. O acordo anterior, renovado em 2023, tinha validade até 2030. Com a nova extensão, o Grande Prêmio de São Paulo garante sua permanência no calendário da categoria por mais nove temporadas, incluindo o período de 2027 a 2035.
Oficialmente chamado de Autódromo José Carlos Pace, em homenagem ao vencedor do GP do Brasil de 1975, Interlagos sediou pela primeira vez uma corrida válida pelo Campeonato Mundial de Fórmula 1 em 1973. Atualmente, o local permanece como a única etapa sul-americana da competição. O circuito também já foi palco de momentos marcantes do automobilismo mundial, a exemplo da vitória de Ayrton Senna em 1991, o título de Kimi Räikkönen em 2007 e a primeira conquista de Lewis Hamilton em 2008.
“O Brasil é uma parte importante da história da Fórmula 1 e do nosso futuro, e estou muito feliz que essa prorrogação de cinco anos nos permita continuar correndo em São Paulo até 2035”, declarou o diretor executivo da categoria, Stefano Domenicali. Ele acrescentou que a paixão dos fãs brasileiros é extraordinária e que a energia nas arquibancadas é sentida intensamente sempre que a competição retorna a Interlagos.
A Fórmula 1 informou que o novo acordo envolve investimentos significativos da Prefeitura de São Paulo, administrada pelo prefeito Ricardo Nunes, com o objetivo de aprimorar a experiência dos torcedores no autódromo. A renovação acontece logo após uma edição de público recorde. Em 2025, o evento recebeu aproximadamente 303,6 mil pessoas durante os três dias de atividades, superando os números do ano anterior. A administração municipal estimava que o impacto econômico superaria R$ 2 bilhões, impulsionado pelos setores de turismo, transporte, alimentação e hospedagem.


