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Polícia · Mato Grosso do Sul

Organização criminosa usava blindados e drones em rota de drogas na fronteira de MS

Operação Ifrit cumpriu 76 mandados em sete estados com apoio da Polícia Federal e Receita Federal nesta quarta-feira.

Por Redação

Fonte: TOP Mídia News

1 min de leitura

Foto: Reprodução / TopMidiaNews
Foto: Reprodução / TopMidiaNews

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Uma organização criminosa investigada na Operação Ifrit mantinha uma estrutura de segurança armada com veículos blindados, drones, equipamentos de comunicação e armas de alto poder de fogo na região de fronteira de Mato Grosso do Sul. As informações foram divulgadas pela Polícia Federal e pela Receita Federal nesta quarta-feira (4), segundo o portal TOP Mídia News.

De acordo com as investigações, os equipamentos eram utilizados para proteger integrantes da organização, garantir a segurança das operações e ampliar a influência do grupo em áreas estratégicas da fronteira. A estrutura também contava com locais preparados para abrigar criminosos armados.

A apuração aponta que a organização tinha divisão de funções entre os integrantes, incluindo responsáveis pela liderança, logística, transporte, movimentação financeira e segurança armada. O grupo também teria adotado estratégias de contrainteligência para proteger seus líderes e dificultar o trabalho das forças de segurança.

As investigações indicam que a organização adquiria drogas e armas principalmente na Bolívia, no Paraguai e no Peru. Os produtos entravam no Brasil pela fronteira sul-mato-grossense e eram distribuídos para outros estados, especialmente São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

A Polícia Federal também apura possíveis vínculos do grupo com integrantes de facções criminosas e agentes públicos que, segundo as suspeitas, forneceriam informações estratégicas e apoio às atividades da organização.

A Operação Ifrit foi deflagrada nesta quarta-feira (4), com o cumprimento de 76 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Rondônia, Goiás e Santa Catarina. A ação mobilizou 450 policiais federais, além de auditores e analistas da Receita Federal. A investigação apura crimes como tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro, sequestros, torturas, ataques e homicídios, sendo que as suspeitas ainda são objeto de investigação.


Fonte: TOP Mídia News.

Fonte: TOP Mídia News . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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