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Esporte · Brasil

Onze clubes de futebol apresentam argumentos contra a proibição das apostas no STF

Representantes de Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians relataram perdas de receita e risco à segurança jurídica em audiência conduzida por Luiz Fux

Por Redação

Fonte: Metrópoles Brasil

1 min de leitura

Foto: Reproducao / Metrópoles Brasil
Foto: Reproducao / Metrópoles Brasil

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Onze clubes de futebol inscreveram representantes para participar de uma audiência pública realizada nesta terça‑feira, 3 de novembro, no Supremo Tribunal Federal (STF). A sessão foi conduzida pelo ministro Luiz Fux e contou com a presença de entidades civis e órgãos do governo para debater a Medida Provisória (MP) do governo Lula que proibiu as apostas esportivas em todo o território nacional.

Segundo o portal Metrópoles Brasil, a audiência abordou tanto as consequências sociais das apostas – como a ludopatia – quanto a segurança jurídica dos contratos firmados com empresas do setor. O ministro Fux abriu o debate ressaltando as "consequências nocivas" das bets para a população.

O primeiro clube a falar foi o Flamengo, representado pelo vice‑presidente Flávio de Araújo Willeman, que alertou para uma possível perda de R$ 430 milhões e o risco de até 1,2 mil empregos serem afetados. Em seguida, falaram representantes do Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians, que apontaram a diminuição de receitas de patrocínio, a possível queda nos valores de direitos de transmissão e os impactos nos projetos esportivos olímpicos mantidos pelos clubes.

Os dirigentes também enfatizaram a importância da segurança jurídica, argumentando que já haviam firmado contratos com operadoras de apostas online sob um regime regulado e que a proibição dificultaria o combate à manipulação de resultados esportivos.

Do lado do governo federal, o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o advogado‑geral da União, Jorge Messias, apresentaram argumentos focados nos problemas sociais decorrentes do vício em apostas, defendendo a necessidade de proteção ao cidadão.


Fonte: Metrópoles Brasil.

Fonte: Metrópoles Brasil . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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