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Economia · Brasil

Fundo imobiliário TRBL11 investe R$ 456,5 milhões em galpões logísticos da Amazon e SP

Aquisições visam elevar padrão de imóveis para categoria AAA e aumentar contratos atípicos de longo prazo na carteira do fundo

Por Redação

Fonte: InfoMoney

2 min de leitura

Foto: Reproducao / InfoMoney
Foto: Reproducao / InfoMoney

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O fundo imobiliário Tellus Rio Bravo (TRBL11) anunciou uma reestruturação estratégica em seu portfólio, com um investimento total de R$ 456,5 milhões para adquirir participações em dois grandes empreendimentos logísticos. Segundo o portal InfoMoney, a movimentação inclui a compra de uma fatia majoritária em um galpão operado pela Amazon em Pernambuco e uma participação em um imóvel na região metropolitana de São Paulo.

A aquisição de maior relevância é o centro de distribuição da Amazon Recife, situado no município de Cabo de Santo Agostinho (PE). O TRBL11 desembolsará R$ 400,4 milhões para deter 81,5% do ativo, que conta com 73,9 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) e é totalmente ocupado pela gigante do e-commerce. O segundo negócio refere-se ao imóvel Régis, em Itapecerica da Serra (SP), onde o fundo pagará R$ 56,1 milhões por 49% de participação, em um espaço de 30,6 mil metros quadrados de ABL que atende três locatários distintos.

A estratégia visa elevar a qualidade da carteira, com a expectativa de que os galpões de padrão premium (AAA) passem a representar 70% do portfólio, ante os atuais 40%. Além disso, a composição das receitas será alterada significativamente: a participação de contratos atípicos deve saltar de 16% para 88%, enquanto os aluguéis com vencimento a partir de 2032 subirão de 17% para 83% da receita total.

O pagamento dos R$ 456,5 milhões será realizado em duas etapas. Cerca de 64% do montante, aproximadamente R$ 292,2 milhões, será pago no fechamento da transação, enquanto os R$ 164,3 milhões restantes serão quitados em até 24 meses, corrigidos pelo IPCA. A conclusão total dos negócios está prevista para ocorrer até 18 de dezembro de 2026, dependendo do cumprimento de cláusulas contratuais.

Para financiar a operação, o fundo planeja utilizar recursos obtidos com a venda de outros imóveis de seu portfólio e a emissão de um novo Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). A gestão estima um incremento de R$ 0,42 por cota na receita mensal, considerando o cenário após a alienação de três ativos que já estão em processo de venda.


Fonte: InfoMoney.

Fonte: InfoMoney . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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