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Economia · Brasil

Ações exportadoras e defensivas resistem à forte turbulência na Bolsa brasileira

Relatório do Itaú BBA aponta que papéis de maior risco lideraram as quedas após o segundo turno das eleições em outubro.

Por Redação

Fonte: InfoMoney

1 min de leitura

Foto: Reproducao / InfoMoney
Foto: Reproducao / InfoMoney

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A forte correção da Bolsa brasileira após o segundo turno das eleições provocou uma rápida mudança de posicionamento dos investidores em outubro, favorecendo empresas exportadoras, pagadoras de dividendos e companhias consideradas mais defensivas. Enquanto isso, ações ligadas ao ciclo doméstico e com maior risco ficaram entre as maiores vítimas da aversão ao risco no mercado nacional.

As informações foram divulgadas em um relatório do Itaú BBA, que acompanha 17 cestas temáticas do mercado brasileiro. Segundo o banco, as cestas de alto dividend yield, exportadoras e beneficiárias do agronegócio apresentaram o melhor desempenho relativo no mês, superando o Ibovespa, que recuou 9,9% no período.

A carteira de ações com elevado pagamento de dividendos registrou baixa de 2,6%, enquanto as carteiras de exportadoras e ligadas ao agronegócio recuaram 3,2% e 3%, respectivamente. Na outra ponta do mercado financeiro, as maiores perdas ficaram com as carteiras de high beta, composta por papéis mais sensíveis ao apetite por risco, e de ações mais vendidas a descoberto, que tombaram 30,6% e 21,4%, respectivamente.

Conforme apontado pelos estrategistas do banco no relatório, esse movimento nos mercados reflete uma clara migração dos investidores para setores mais defensivos diante da deterioração das perspectivas fiscais e macroeconômicas locais.


Fonte: InfoMoney.

Fonte: InfoMoney . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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