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Polícia · Mundo

EUA oferecem recompensa de US$ 15 milhões por líder da facção venezuelana Tren de Aragua

Juan Gabriel Rivas Núñez foi preso no Brasil em 2023, mas fugiu para a prisão domiciliar no início de 2025.

Por Redação

Fonte: Metrópoles Mundo

1 min de leitura

Foto: Reproducao / Metrópoles Mundo
Foto: Reproducao / Metrópoles Mundo

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O Departamento de Estado norte-americano publicou, na última quinta-feira (5/11), a oferta de uma recompensa de US$ 15 milhões (o equivalente a mais de R$ 82 milhões) por informações que possam ajudar na captura de Juan Gabriel Rivas Núñez, um dos principais líderes da facção venezuelana Tren de Aragua, conforme divulgado pelo portal Metrópoles Mundo.

Segundo o Departamento de Estado, "Rivas Núñez comanda a atividade criminosa da TdA na Venezuela — anteriormente conhecida como 'Sindicato Juancho' —, liderando suas operações pelo menos desde 2009, o que o torna o segundo no comando do quarto maior depósito de ouro do mundo". O criminoso chegou a ser preso em novembro de 2023 por autoridades brasileiras na cidade de Boa Vista.

O investigado passou um período na prisão antes de obter o benefício da prisão domiciliar, mas acabou fugindo no início de 2025. Os interessados em fornecer pistas podem procurar uma unidade da polícia federal dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês) ou se dirigir diretamente a uma embaixada ou consulado norte-americano.

A facção Tren de Aragua é conhecida por crimes violentos e por colocar a população estadunidense em risco, conforme destacado pelo presidente Donald Trump. Criada em 2012 na penitenciária venezuelana de Tocorón, a organização criminosa teve como líder máximo Hector Guerrero Flores, o Niño Guerrero, que estava foragido desde 2018 após escapar por túneis subterrâneos e acabou morto durante uma ação militar dos EUA em junho deste ano.

Em poucos anos, o grupo se consolidou como a maior facção criminosa da Venezuela e estabeleceu parcerias de negócios com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A expansão dos venezuelanos foi meteórica, levando o governo dos Estados Unidos a classificar a organização como um grupo narcoterrorista.

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