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Economia · Brasil

Índices futuros de Nova York caem em meio a vendas de tecnologia e cautela antes das midterms

A pressão sobre o setor tecnológico se intensifica após queda da Apple e investidores aguardam dados de emprego e encomendas industriais

Por Redação

Fonte: InfoMoney

2 min de leitura

Foto: Reproducao / InfoMoney
Foto: Reproducao / InfoMoney

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Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta terça‑feira (3), refletindo a intensificação da onda de vendas de ações de tecnologia e a crescente cautela dos investidores antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos (midterms). O cenário político, com o Partido Republicano de Donald Trump tentando manter o controle do Congresso, eleva a incerteza nos mercados.

Segundo o portal InfoMoney, as pesquisas de opinião apontam para uma vitória dos democratas na Câmara, enquanto a disputa pelo Senado permanece indefinida. Os sites de previsão Polymarket e Kalshi atribuem, respectivamente, probabilidades de 77% e 76% de que os democratas assumam o controle do Senado, o que pressiona ainda mais os investidores.

A pressão sobre o setor tecnológico ganhou força após a Apple recuar 2% nas negociações do after‑market. A gigante divulgou uma projeção de margem considerada decepcionante e revelou que as vendas de iPads no quarto trimestre fiscal ficaram abaixo das estimativas de Wall Street, contribuindo para a queda dos futuros.

Do lado dos dados econômicos, o mercado aguarda a divulgação da Pesquisa de Vagas de Emprego e Rotatividade de Mão de Obra de setembro, além dos números de encomendas industriais, que podem influenciar a direção dos índices.

Desempenho dos mercados globais

Os mercados europeus registram baixa generalizada, com o FTSE 100 do Reino Unido recuando 0,40%, refletindo temores sobre a saúde financeira das empresas de tecnologia. Na Ásia‑Pacífico, a maioria dos mercados fechou em queda, liderada pelas perdas nos setores de tecnologia da Coreia do Sul e de Taiwan. O Japão permaneceu fechado devido a um feriado nacional.

Na Austrália, o banco central elevou a taxa básica de juros em 25 pontos‑base, para 4,85%, o nível mais alto desde novembro de 2008, o que também impactou o sentimento global de risco.

Os preços do petróleo subiram após a notícia de que os Estados Unidos atacaram a ilha iraniana de Qeshm, aumentando as preocupações com uma escalada do conflito que já dura oito meses. O WTI avançou 1,57%, cotado a US$ 97,97 o barril, enquanto o Brent subiu 1,73%, a US$ 106,58.

Na China, o minério de ferro negociado na bolsa de Dalian recuou 0,74%, para 671,00 iuanes (US$ 100,93), pressionado pelo aumento da oferta e pela demanda fraca do aço. O Bitcoin também recuou 0,40%, cotado a US$ 76.480,60.


Fonte: InfoMoney.

Fonte: InfoMoney . O Nioaquense publica a chamada e a foto; a íntegra está no veículo original.

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